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Ergotoxinas
São produzidas pelo fungo Claviceps purpurea que ataca trigo, aveia, azevém e outros grãos; ele entra pela semente e se desenvolve formando um corpo escuro e alongado denominado escleroto que contém alcalóides tóxicos, entre eles, a ergometrina. Esse alcalóide reduz o diâmetro dos vasos, restringindo o suprimento sanguíneo, principalmente em glândulas mamárias e extremidades do corpo

Efeitos / Sinais Clínicos
Níveis acima de 1 g de esclerotos por kg de ração já são suficientes para a produção dos sinais clínicos da intoxicação pelo ergot. Os sintomas mais comuns são: baixas taxas de crescimento, aumento na freqüência respiratória e depressão generalizada. Os neonatos são pequenos e fracos, com uma baixa taxa de sobrevivência. Há uma restrição no fluxo sangüíneo para a glândula mamária, levando à agalactia em porcas lactantes. Os animais podem apresentar claudicação devido à necrose e perda dos cascos. É comum a necrose da cauda ou das orelhas, que podem evoluir para a gangrena.

Um resumo contendo os níveis limítrofes nos quais as diferentes micotoxinas afetam o desempenho e a função imune de suínos é apresentado a seguir:

Toxina

Nível limite

Aflatoxina

50 ppb

Ocratoxina

50 ppb

Zearalenona

200 ppb

Fumonisina

200 ppb

Tricotecenos

200 ppb

Ergotoxina

0,1%

 


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